Rapidinha #07 – Romantismo

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Pronto para aprender um pouco mais sobre o Romantismo? Aproveite mais essa rapidinha que o Galileo preparou para você!

O CONTEXTO HISTÓRICO
O romantismo surge na Europa em uma época marcada pela grande rebeldia intelectual. Nas esferas políticas, o liberalismo político aos poucos vencia o despotismo vigente em diversas regiões. A inconformidade de diversas sociedades eram refletidas no campo artístico, no qual predominava a ruptura com padrões existentes. Impulsionado pela Revolução Francesa, no ano de 1789, a aliança entre burguesia e as camadas populares resultou no surgimento dos ideais românticos, assim como em sua disseminação pelo mundo ocidental, levando consigo a transgressão e paixão dos revolucionários franceses.
Em terras brasileiras, o momento fora marcado pela revolução que levou a independência no ano de 1822. O romantismo neste momento fora fundamental para a ruptura das amarras coloniais e o surgimento e afirmação brasileira como nação soberana nas Américas.
Em Portugal, os ideais românticos encontraram ambiente propício a sua difusão. Duas forças políticas locais se opunham: os monarquistas e os liberais. Em 1920, a Revolução Constitucionalista do Porto marcou a luta liberal, ainda assim monarquistas permaneceram no poder, perseguindo muitos escritores românticos do país, os quais eram muitas vezes alinhados ao liberalismo.

PRINCIPAIS ASPECTOS
O romantismo se distingue das artes clássicas por três aspectos fundamentais: o nacionalismo, a liberdade de expressão e o individualismo.
O nacionalismo, contrário ao universalismo das artes clássicas, valorizava os aspectos locais. Destacava os principais aspectos de uma região, valorizando sua geografia, história e cultura, em especial a cultura popular, que ganha expressivo destaque nas discussões intelectuais elitistas.
A liberdade de expressão fora uma das principais marcas do romantismo. O artista deste movimento pretendia explorar as mais diversas concepções do “eu”, recusando-se a adaptar a expressão de seus sentimentos a um conjunto de regras. O romantismo fora marcado por intensa originalidade.
O individualismo, também conhecido por subjetivismo ou egocentrismo, no romantismo era visto na tendência a abordagem pessoal dos autores, desvinculadas por vezes da sociedade. O centro do universo poético torna-se o próprio “eu”. A primeira pessoa, especialmente na poesia e na pintura, ganha destaque nunca antes visto.

O UNIVERSO E OS HERÓIS ROMÂNTICOS
Em diversas obras, para fugir de uma realidade não condizente com as aspirações do artista, as histórias se passam em universos independentes, nos quais o desenrolar dos fatos ocorrem de acordo com as inspirações e sentimentos deste.
O maniqueísmo é marcante neste momento. O conflito entre herói e vilão marca grande parte das narrativas produzidas. Embora com sua face escura e trágica, o romantismo por vezes remete à imagens de inocência. O pessimismo aparece nas referências à morte e nos amores não correspondidos, que levou inúmeros personagens à loucura ou finais trágicos.
A natureza, cenário herdado do arcadismo, adquire novos traços, condizentes com o estado de espírito do poeta.

A PROSA ROMÂNTICA
A prosa romântica, ao longo do século XVIII, fora amplamente difundida através de folhetins, os quais conquistaram público cada vez mais áVido e fiel às tramas publicadas. Não mais financiados pelos nobres, os artistas passaram a produzir obras comerciais, as quais dependiam diretamente do interesse popular por lê-las.
As produções então passam a se moldar pelo gosto popular. Assim, a exigência de informações culturais era mais restrita que a existente nas artes clássicas. Os sentimentos e eventos presentes nas narrativas passam também a se aproximar da população.
Os folhetins herdaram do teatro uma forte tendência a ação. Assim, diálogos e revelações eram muito facilmente vistos nas obras da época.
Os heróis criados tornaram-se inspiração para o comportamento de diversos leitores, tanto na Europa quanto no Brasil.
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